Condomínios sustentáveis e econômicos são prioridade no mercado imobiliário

Muito antes da época de nossas bisavós já se dizia “sabendo usar não vai faltar.” O velho ditado, cada dia mais atual, nos faz pensar e repensar sobre a limitação dos recursos naturais do planeta e a necessidade de os utilizarmos com sabedoria.

Sustentabilidade hoje em dia é questão de sobrevivência. Tornou-se alvo de discussões nas escolas, em casa, rodas de amigos e no trabalho.

A pandemia – causada por um simples vírus – deixou ainda mais claro que o conceito vai muito além da preservação do meio ambiente. Diz respeito à melhoria da nossa qualidade de vida e das pessoas ao nosso redor, a partir de ações no dia a dia.

Felizmente, em boa parte dos novos condomínios residenciais e comerciais no país, a sustentabilidade vem se tornando estratégica.

Ao mesmo tempo, o mercado imobiliário vem se adaptando de forma acelerada ao uso correto dos recursos naturais, por meio de ações que tem início ainda na construção e chegam até os novos hábitos de quem vai morar nos edifícios.

Algumas construtoras, como a Ergus Engenharia, investem pesado em iniciativas que preservam as áreas naturais e adotam desde o projeto, medidas essenciais para reduzir o valor das taxas condominiais.

São projetos verdes que adotam, por exemplo, o reuso de águas pluviais para irrigação de jardins e limpezas, sistemas de iluminação dos halls dos pavimentos controlados por equipamentos do tipo sensor de presença, hidrômetros individuais, torneiras com fechamento automático nas áreas comuns, e pontos de recarga de carros e de bicicletas elétricas.

O Edifício Solarium, além da localização perfeita na Ponta D’Areia, é totalmente pensado dentro destas especificações, com uma infinidade de itens que priorizam não só o meio ambiente, mas também a tecnologia, a segurança e a economia dos futuros moradores.

Os detalhes do projeto do Solarium você encontra aqui:  link

A seguir, trazemos  8 sugestões importantes para que você possa, desde já, contribuir para tornar o seu condomínio ainda melhor.

1 – Iluminação

Está comprovado. O uso de lâmpadas LED reduz até 60% dos gastos com energia nos condomínios. O mesmo vale para seu apartamento. Além de menor consumo energético, o LED tem maior durabilidade quando comparado com as lâmpadas fluorescentes comuns.

Elas podem até parecer mais caras a princípio, mas a economia que o LED proporciona compensa o gasto inicial.

Ainda em relação à iluminação outra medida simples para economizar energia nas áreas comuns é usar sensores de presença, para que as lâmpadas acendam apenas quando houver circulação de pessoas. Podem ser instalados sensores nas garagens, corredores, salão de festas, etc.

2 – Torneiras e sanitários inteligentes

Adotar e torneiras e sanitários inteligentes nas áreas comuns é mais uma medida de extrema importância. São equipamentos que funcionam por meio de um botão ou sensores e bastante populares no Brasil.

O fluxo de saída da água é controlado como um relógio, evitando o desperdício da torneira ao ficar aberta por muito tempo.

Os vasos sanitários contam com uma caixa acoplada  que, se comparada ao modelo de parede, gasta cerca de 2/3 a menos de água. Esses vasos possuem um fluxo limitado por acionamento e exigem um tempo para ser liberado novamente.

3 – Elevadores

Os elevadores são um dos grandes responsáveis pelo consumo de energia nas áreas comuns. Suas luzes geralmente ficam acesas o dia todo. A recomendação é usar lâmpadas por LEDs nas cabines. Além disso, é bom desligar o elevador durante a madrugada, quando seu uso é bem menor.

4 – Garagem

Aí está mais uma área que consome muita energia: a garagem.

Para economizar e ainda melhorar a iluminação, as lâmpadas também podem ser trocadas, com o objetivo de clarear as áreas de circulação e não propriamente as vagas. O rebaixamento dos pontos de luz também é um recurso de grande valia para dar mais luminosidade.

5 – Bomba de água

A bomba hidráulica, embora não seja visível, pode ser melhor utilizada para reduzir os gastos de energia do condomínio, com um bom planejamento.

Quando se economiza na água, automaticamente os condôminos também estarão contribuindo para a redução do consumo de energia, já que a bomba irá trabalhar menos para encher as caixas d’água.

6 – Pinturas claras

Pintar todas as áreas dos ambientes internos com cores claras, além de esteticamente mais agradável, contribui para redução dos gastos de energia no condomínio num prazo mais longo. Além de trazer mais claridade, evitam o uso de iluminação durante o dia. 

7 – Cisternas

Mais uma alternativas importante para a economia do condomínio é a instalação de cisternas, que também faz parte do projeto do Edifício Solarium.

Elas são como reservatórios que captam e armazenam a água da chuva, piscina ou aparelho de ar-condicionado, o que acaba reduzindo quase metade do consumo de água.

E água “extra” pode ser reutilizada na limpeza de áreas comuns, irrigação de jardins, reserva de proteção contra incêndios, descargas de vasos sanitários e na higienização de carros, por exemplo.

8 – Coleta seletiva

A coleta seletiva é um item que não ser deixado para segundo plano se o objetivo é a sustentabilidade e a economia. Requer inclusive, medidas educacionais focadas nos moradores, administradores e funcionários.

Mas como implantar?

O processo começa pela separação, onde são classificados em dois grandes grupos: recicláveis (metal, papel, papelão, plástico, caixa de leite e outros) ou rejeitos (não recicláveis).

O próximo passo é a colocação de lixeiras grandes próximas aos elevadores de serviço ou nas proximidades da garagem para que o material seja descartado de forma correta e separado por cores. Os mais comuns e aplicados em condomínios são:

  • Azul – papel e papelão;
  • Vermelho – plástico;
  • Verde – vidro;
  • Amarelo – metal;
  • Marrom – resíduos orgânicos;

Cinza – resíduo geral não reciclável ou misturado, ou contaminado não passível de separação  (óleo de cozinha, por exemplo).

Em boa parte das cidades brasileiras, inclusive em São Luís, há serviços de coleta seletiva que permitem encaminhar os materiais coletados diretamente para reciclagem. Em alguns casos, também existem instituições especializadas ou ONG’s, que fazem o recolhimento desses resíduos recicláveis.

 

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